Técnicas de integração cristã
TÉCNICAS DE INTEGRAÇÃO CRISTÃ
Como ajudar os crentes novatos
Copyright © 2021 by Raimundo Macêdo Pinto
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1a Edição
GOIÂNIA – GO – BRASIL
EDIÇÃO DO AUTOR – 2021
APRESENTAÇÃO
Olá, prezados ministros, obreiros, professores, alunos e todos os leitores, o tema é maravilhoso e bíblico, cujo valor não se pode mensurar. Falar de integração cristã é apontar um método que facilita Deus operar o crescimento da igreja, 1Co 3.6; Cl 2.19.
Os temas foram escolhidos à mercê da direção do Espírito. Nada se decidiu sem buscar a convicção de que o Senhor dera Sua aprovação.
Estude o conteúdo com carinho cristão e muita humildade e, com certeza, a recom-pensa virá na hora de Deus. Vale a pena investir na busca de bom conhecimento, de mais capacidade, de melhor desempenho! O Autor.
Ob.: Este conteúdo é uma amostra do livro Técnicas de integração cristã, de autoria do pastor Raimundo Macêdo Pinto, mestre em teologia, jornalista, filósofo, o qual já escreveu mais de 150 livros entre volumes finos, médios e grossos (poucas, médias e muitas páginas). Esta amostra está dis-ponibilizada gratuitamente. Você pode baixar e conhecer uma boa parte do conteúdo e perceber a importância que tem para as igrejas. O Autor
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SUMÁRIO
Obs.: Os números não correspondem com esta amostra, pois são do livro completo em for-mato 14 x 21cm. As lições desta amostra estão nas páginas 3, 5, 7. O texto que segue está em formato A4 (210 x 297mm).
LIÇÃO 1.................................................................................3
DEFININDO INTEGRAÇÃO CRISTÃ
LIÇÃO 2.................................................................................7
ETAPAS DA INTEGRAÇÃO CRISTÃ
LIÇÃO 3..............................................................................11
MACROINTEGRAÇÃO CRISTÃ
LIÇÃO 4..............................................................................15
SÓ INTEGRA QUEM ESTÁ INTEGRADO
LIÇÃO 5..............................................................................19
INTEGRAÇÃO DE NOVOS IRMÃOS
LIÇÃO 6..............................................................................23
OPERAÇÃO ANDRÉ
LIÇÃO 7..............................................................................27
IGREJA DESINTEGRADA
LIÇÃO 8..............................................................................31
INTEGRAÇÃO NO ESPÍRITO
LIÇÃO 9..............................................................................35
INTEGRAÇÃO QUE MOTIVA
LIÇÃO 10............................................................................39
EVITANDO ACEPÇÃO DE PESSOAS
LIÇÃO 11............................................................................43
EXEMPLOS BÍBLICOS DE INTEGRAÇÃO
LIÇÃO 12............................................................................47
INTEGRAÇÃO MINISTERIAL
LIÇÃO 13............................................................................51
ORIENTAÇÕES PARA A INTEGRAÇÃO
INTRODUÇÃO
Este é o início de uma importantíssima leitura. Por quê? Os salvos só permanecem firmes nessa condição com a ajuda dos irmãos em Cristo. Isso vale até para os gestores – apóstolos, profetas, evangelistas, pastores, mestres e bispos, Ef 4.11; 1Tm 3.1-7.
Logo, a integração – assunto principal deste livro – tem grande importância quanto ao treinamento de todos os membros da igreja local. Os crentes que tenham condições de exercer a função de integrador devem ser treinados com grande zelo para que façam o trabalho com eficácia e eficiência.
Aliás, a boa integração representa um dos pontos principais de crescimento quanti-tativo da igreja, porque o carinho ajuda sustentar as pessoas que vêm para ouvir a Pala-vra nos cultos onde você congrega.
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O que justifica isso? Este livro tem esta e outras respostas. Uma igreja fraca em in-tegração, entretanto, é exatamente o contrário: tem dificuldade para crescer e, além dis-so, facilidade para cair e fechar. Este volume é exclusivo e trata apenas de integração.
Foi escrito e organizado de forma a ser útil e adequado para usos diversos, como, por exemplo: Escola Dominial, Grupos Familiares, Células, Pequenos Grupos e também ensino bíblico em geral para toda a igreja visando a treinamento na área de integração.
LIÇÃO 1
DEFININDO INTEGRAÇÃO CRISTÃ
Versículo-chave
Confirmando os ânimos dos discípulos, e exortando-os a que permanecessem na fé e que por muitas tribulações nos importa entrar no Reino de Deus, At 14.22, NVA.
Leituras da semana
Segunda: At 11.25,26 Barnabé busca Saulo;
Terça: At 14.22 Confirmar os discípulos;
Quarta: At 14.27 Falar dos milagres de Deus;
Quinta: At 15.3 Falar das conversões;
Sexta: At 16.30-32 Evangelizar e integrar;
Sábado: At 19.1-7 Integração complementar.
Leitura em classe
At 14.21-23, NVA.
At 14.21 E, havendo anunciado o Evangelho naquela cidade e feito muitos discípu-los, tornaram-se para Listra, e Icônio e Antioquia,
At 14.22 confirmando os ânimos dos discípulos, e exortando-os a que permaneces-sem na fé e que por muitas tribulações... importa entrar no Reino de Deus.
At 14.23 E havendo, por comum consentimento, eleito presbíteros em cada igreja, tendo orado com je-juns, os entregaram ao Senhor no qual haviam crido.
INTRODUÇÃO
Abordam-se, nesta lição, definições de integração cristã. Dividem-se os comentários em três tópicos: integração, discipulado e aconselhamento.
1. INTEGRAÇÃO
Primeiro, integração cristã é a disciplina teológica que instrui o estudante a ajudar alguém a se firmar em Cristo, na Palavra e nas reuniões da igreja local. Esses cristãos, os integradores, precisam atuar nas igrejas constantemente!
Isso, aliás, representa encaminhar pessoas à fé, à salvação, aos cultos, a ter uma ex-periência pessoal com o Espírito Santo e com Jesus Cristo e a servi-Lo com prazer e fide-lidade. Esse trabalho, na verdade, tem sentido de base, de alicerce da vida cristã.
Segundo, essa disciplina analisa alguns cuidados que todos os cristãos devem ter na convivência, principalmente, com seis tipos de pessoa:
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1) Os não crentes. Nunca receberam Cristo como Salvador e precisam do Evangelho e da integração.
2) Os interessados. Não são crentes, mas mostram desejo de conhecer a Palavra e ser abençoados.
3) Os novos convertidos. Receberam Cristo como Salvador e frequentam os traba-lhos da igreja, mas ainda precisam de muita ajuda humilde e espiritual.
4) Os fracos na fé. São crentes que perderam o ânimo espiritual, quase não vão aos cultos, não leem a Bíblia, oram pouco, mas não abandonaram a igreja.
5) Os desviados. Já receberam Cristo como Salvador, tornaram-se membros da igre-ja, permaneceram por algum tempo, deixaram de ir aos cultos e, às vezes, voltaram à prática de alguns vícios. Os desviados podem ser classificados em: 1) fracos humildes; 2) maldizentes revoltados; 3) apóstatas perdidos.
6) Crentes novatos. São aqueles irmãos que por algum motivo vêm congregar co-nosco, mas já eram crentes batizados em água há algum tempo. Na verdade, eles já são crentes, mas como novatos precisam de apoio, principalmente nos primeiros meses.
Terceiro, a integração ocorre: primeiro, passiva, cujo objetivo é ajudar ser salvo em Cristo; segundo, ativa, encaminhar os irmãos a dar os primeiros passos no trabalho de Deus. Essa classificação considera o fato a partir do beneficiado. Logo, o passivo é ajuda-do na fé; e o ativo, nos primeiros trabalhos para Deus.
2. DISCIPULADO
A integração e o discipulado se confundem entre si, em parte, pois são duas ativida-des parecidas e com objetivos em comum. Mas apresentam algumas diferenças relevan-tes e significativas.
Quarto, na integração, o discipulador apenas ajuda o irmão ir aos cultos e firmar na igreja, na Palavra e em Cristo. No discipulado se instrui, orienta e leva o crente a se tor-nar fiel discípulo de Cristo na teoria e na prática.
Quinto, no discipulado coloca-se, além da instrução, boa literatura nas mãos dos discípulos. Isso representa, aliás, enriquecê-lo com boas matérias para ler em casa e to-mar mais gosto na fé (na Palavra).
Sexto, a integração só se torna completa com a prática de discipulado. Na verdade, ajudar firmar em Cristo sem construir a verdadeira convicção bíblica com boa literatura é uma forma de enganação, Gl 4.19.
3. ACONSELHAMENTO
Sétimo, é necessário que o aconselhamento esteja presente na integração cristã. Por que isso? Todas as pessoas têm, principalmente no início da fé, alguns problemas e precisam de ajuda específica.
Oitavo, o curso de integração deve conter algumas aulas de aconselhamento na te-oria (aprendizagem) e na prática (consolo e treinamento). Só a teoria ou apenas a práti-ca representa um preparo frágil, ingênuo e incompleto.
Nono, a integração cristã deve fortalecer integralmente os irmãos no Corpo de Cris-to, Cl 3.16. Esse treinamento, certamente, deve ser eficaz (fazer o que tem de ser feito) e eficiente (fazer benfeito).
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CONCLUSÃO
Logo, para que se saiba o que é integração cristã de boa qualidade foram aborda-dos, nesta lição, nove itens relacionados e subdivididos nos três tópicos principais: inte-gração, discipulado e aconselhamento.
Questionário
1. O que é integração cristã?
2. Para fazer integração cristã, os discipuladores precisam ter cuidado com que ti-pos de pessoa?
3. O que o discipulado faz além da integração?
4. O que completa a integração cristã?
5. Como deve ser o treino no Corpo de Cristo?
LIÇÃO 2
ETAPAS DA INTEGRAÇÃO CRISTÃ
Versículo-chave
Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento, 1Co 3.6, NVA.
Leituras da semana
Segunda: 1Co 3.6a pregar, evangelizar, plantar;
Terça: 1Co 3.6b discipular, instruir, regar;
Quarta: 1Co 3.6c deixar Deus fazer crescer;
Quinta: Mt 28.18 ter em si o Todo-Poderoso;
Sexta: Mt 28.19 levar discípulos ao batismo;
Sábado: Mt 28.20 levar discípulos a conhecer.
Leitura em classe Mt 28.18-20, NVA.
Mt 28.18 E, aproximando-Se Jesus, falou a eles, dizendo: Foi dada a Mim toda a au-toridade no céu e na terra.
Mt 28.19 Portanto, indo, fazei discípulos em todas as nações, batizando-os para dentro do Nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.
Mt 28.20 Ensinando-os a guardar tudo que Eu ordenei a vós. E eis Eu estou convos-co todos os dias, até o fim do mundo. Amém.
At 14.23 E havendo, por comum consentimento, eleito presbíteros em cada igreja, tendo orado com jejuns, os entregaram ao Senhor... qual haviam crido.
INTRODUÇÃO
Integrar pessoas no Reino de Deus é um trabalho simples, mas requer submissão e reverência à Palavra. Aliás, é necessário obedecer à ordem bíblica da evangelização, da instrução e da consolação.
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1. EVANGELIZAÇÃO
Primeiro, abrir a porta da salvação. O principal passo da integração cristã é levar quem está fora para dentro do Reino de Deus, Mc 16.15,16; At 14.27. Esse trabalho, na verdade, deve ser feito por irmãos verdadeiramente convertidos.
Pois, como convidar pessoas para dentro, se quem convida está fora do Reino de Deus? Esse cuidado é muito importante! Mt 15.13; Jo 6.44.
Segundo, conhecer o Evangelho. Quem fala daquilo que não conhece não tem con-vicção! E, nesse caso, carece de força divina para evangelizar. Conhecer os detalhes da mensagem bíblica faz parte, evidentemente, da armadura divina para pregar o arrepen-dimento, a reconciliação, a salvação, 2Co 5.18-20.
Terceiro, só os salvos estão autorizados por Deus a evangelizar os pecadores. Quem não faz parte do Corpo de Cristo não tem a chave para introduzir os pecadores arrependidos no Reino. Por quê? Só os que têm o Espírito Santo nas vidas deles levam consigo essa Chave, Rm 8.9,14; 1Co 12.13; Gl 3.27; Cl 1.13.
2. INSTRUÇÃO
Quarto, quem sabe certo pode ensinar melhor. Para Paulo, os ensinadores têm de ter habilidade (capacidade) e habilitação (licença legal) para ensinar, 1Tm 3.1,2. Evite a anarquia – ausência de governo!
A igreja tem a missão de instruir seus membros para desempenhar o trabalho a fa-vor da sustentação e do crescimento uns dos outros, 2Tm 2.2. Os agentes são dois: a igreja faz o que pode e o Espírito realiza o que deve ser feito, mas é impossível para a igreja.
Quinto, quem ensina sem o devido preparo bíblico propaga insegurança. Cristo não quer isso! A instrução deve ser dada por quem tem salvação, chamada divina, preparo para argumentar corretamente e bom testemunho cristão, 2Tm 2.15. “É preciso, tam-bém, ter um testemunho bom dos de fora, para que não caia em descrédito nem nas cila-das do diabo”, 1Tm 3.7, NVA.
Sexto, todo ensinador da Bíblia precisa observar cinco grandes cuidados: 1) não acrescentar doutrinas e verdades além da Palavra de Deus; 2) não diminuir doutrinas e verdades divinas; 3) não alterar os conceitos da verdade; 4) não impor a opinião parti-cular no ensino, 2Pe 1.20,21; 5) usar uma Bíblia de boa qualidade e bem ajustada dos bons manuscritos.
3. CONSOLAÇÃO
Sétimo, todos os membros da igreja precisam receber consolação divina. Você está consolado? Tem habilidade e habilitação para consolar? “Rogamos-vos, também, irmãos, que admoesteis os desordenados, consoleis os de pouco ânimo, sustenteis os fracos, e sejais longânimes para com todos”, 1Ts 5.14, NVA.
Oitavo, é necessário deixar o Espírito Santo usar você. Não é só falar palavras boni-tas, mas ser usado pelo Espírito para consolar as pessoas.
“Pelo que exortai-vos uns aos outros e uns aos outros edificai-vos”, 1Ts 5.11, NVA. “De vossa boca nenhuma palavra torpe saia, senão a [...] que dê graça aos que a ouvem”, Ef 4. 29, NVA. Leia 1Tm 4.16.
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Nono, só o Espírito Santo é o Consolador da igreja. Confira na Bíblia sobre a Fonte de consolação (ver contextos): Jo 14.16,26; 15.26; 16.7. Quer ser consolado de verdade? Beba dessa Água e submeta-se à Sua direção, Jo 7.37-39; Rm 8.14.
CONSLUSÃO
Dessa forma, explicou-se que a igreja precisa encarar a evangelização, a instrução e a consolação como bases de suas tarefas diárias. Deus chamou muitos para esse trabalho e você faz parte do grupo.
Questionário
1. O versículo-chave tem três etapas diferentes que fazem parte da integração. Quais são elas?
2. Quais são as três etapas integrativas comentadas nessa lição?
3. De acordo com esses comentários, o que é habilidade e habilitação?
4. O verdadeiro ensinador da Bíblia observa vários cuidados. Cite os cinco contidos nesta lição.
5. Cite quatro referências bíblicas que falam do Espírito Santo como Consolador da igreja.
LIÇÃO 3
MACROINTEGRAÇÃO CRISTÃ
Versículo-chave
E Eu, porém, digo que tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a Minha Igreja, e os portões do inferno (haidou) não dominarão contra ela, Mt 16.18, NVA.
Leituras da semana
Segunda: Mt 16.18 A Igreja é de Jesus;
Terça: Mt 18.17 A igreja tem autoridade;
Quarta: At 5.1-11 Punição divina gera temor;
Quinta: At 15.4 A igreja sabe receber irmãos;
Sexta: At 15.22 Igreja unida com presbíteros;
Sábado: At 20.28 O bispo cuida da igreja.
Leitura em classe Mt 16.16-18, NVA.
Mt 16.16 Respondendo, então, Simão Pedro, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente.
Mt 16.17 E respondendo Jesus, disse a ele: Bem-aventurado és tu, Simão filho de Jo-nas, porque não foram a carne e o sangue que te revelaram isso, mas Meu Pai que está nos céus.
Mt 16.18 E Eu... digo... tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a Minha Igreja, e os portões do inferno [haidou] não dominarão contra ela.
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INTRODUÇÃO
A palavra macrointegração é híbrida e vem do grego makrós, grande + o português integrar, completar, tornar completo + ação, capacidade para agir.
É uma integração enorme e com a visão de que a Igreja de Cristo é universal no tempo e no espaço.
Essa lição trata da universalidade da Igreja e se dividem os comentários em visão geral, visão estrutural e visão bíblica.
Todas, entretanto, voltadas para o conceito de integração à Igreja única em todo o mundo, a qual não deve ser fragmentada.
1. VISÃO GERAL
Primeiro, Jesus fundou uma só Igreja, Mt 16.18. Essa é a visão correta – a Igreja de Cristo é uma só. A integração tem de levar esse entendimento em conta para ajudar os irmãos a ter consciência verdadeira da comunidade cristã mundial.
Segundo, a Igreja é o Corpo de Cristo. Ao orientar os irmãos na integração vale lembrar o detalhe de que eles são membros desse Corpo e devem sentir-se protegidos e sustentados dentro dele, Cl 3.3.
E todas as coisas sujeitou aos Seus pés e à Igreja O deu por Cabeça sobre todas as coisas. A qual é Seu Corpo e o cumprimento dAquele que em todos cumpre tudo (Ef 1.22,23, NVA).
Terceiro, Cristo desceu do céu para formar a Igreja com pessoas de todo o mundo, Gn 12.3; Jo 3.17; Ap 5.9. Aprendendo essa visão, os irmãos integrados terão mais facili-dade para permanecer em Cristo e até de sentir prazer vivendo essa realidade divina.
2. VISÃO ESTRUTURAL
Quarto, as igrejas têm organizações internacionais, nacionais, estaduais, regionais e locais. Cada grupo organizado, seja grande ou pequeno, faz parte da Igreja, desde que creia em Cristo como Salvador e viva segundo a Sua vontade.
Quinto, é necessário mostrar, durante a integração, que a estrutura ministerial da igreja envolve os seis ministérios gestores (apóstolo, profeta, evangelista, pastor, mestre e bispo, Ef 4.11; 1Tm 3.1-7).
Estão incluídos, também, missionários e presbíteros (estes, somente em casos es-pecíficos), Fp 1.1. Como auxiliares, contam-se também os irmãos ativos que, embora não sejam oficiais, ajudam a fazer a obra de Deus com alegria e boa vontade.
Sexto, a maioria das igrejas se organiza em sede (matriz) e congregações (filiais), e cada uma é administrada por uma Diretoria, um Estatuto e um Regimento Interno. A maior autoridade da igreja, porém, é a do Espírito e a da Palavra de Deus. Durante a in-tegração, quem realiza o trabalho deve esclarecer isso.
3. VISÃO BÍBLICA
Na integração cristã é preciso esclarecer que, embora universal, há três níveis de visão bíblica.
Sétimo, leitura devocional particular, cada cristão lê a Bíblia e a interpreta do seu jeito para si.
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Oitavo, ensino doutrinário com base apenas em Bíblias traduzidas. Essa não é uma atitude totalmente segura. É preciso buscar as verdades que Jesus, os apóstolos, os pro-fetas e outros falaram e escreveram.
As traduções são bênçãos de Deus, mas não bastam. É preciso ir além delas até en-contrar as verdades primeiras nos idiomas originais.
Nono, ensino teológico embasado nos idiomas originais hebraico (AT) e grego (NT). Esse é o nível mais elevado e exige um preço mais alto para alcançá-lo. Todo sucesso verdadeiro, porém, é dado por Deus.
CONCLUSÃO
Conseguintemente, para ter uma integração penetrada na visão universal da obra de Deus, foram apresentadas explicações relevantes sobre a Igreja do Senhor Jesus Cris-to. É vital afirmar, ainda, que se explanou sobre as visões estrutural e bíblica que susten-tam os grupos organizados na fé e no ministério.
Questionário
1. O que significa a palavra macrointegração no sentido comum?
2. Cite uma referência bíblica que confirme que Jesus fundou uma só Igreja.
3. O que a Igreja é de Cristo segundo Ef 1.22,23?
4. Qualquer igreja cristã pode fazer parte da Igreja de Jesus Cristo. Quais são os dois critérios básicos para que isso aconteça?
5. Quais são os três níveis bíblicos na igreja?
Observações
Esse conteúdo é apenas uma amostra do livro Técnicas de integração cristã, 64p, do pastor Raimundo Macêdo Pinto. Mas você pode adquirir o livro completo e conhecer todo o seu conteúdo. São treze lições adequadas para treinar estudantes para fazer, de forma consciente e com boa qualidade, a integração espiritual dos novos irmãos
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